Era grande eu já sabia. Alias, enorme.Mas como se sabe, adoro um desafio. O menino que estaria comigo aquela tarde,me faria esquecer o trauma causado pelo último anônimo que conheci.
O homem azeitona me deixara extremamente frustrado no sábado. Pra minha sorte, meu fixo estava todo poderoso no domingo. Mesmo tendo uma noite dominical digna, na terça eu retornaria à cena do crime. Reviver o sábado, com a sensação de corrigir alguns detalhes. Quando algo me frustra ou dá errado, preciso refazer o trajeto, para reverter a situação.
Pois voltei. Estava de bobeira e aproveitei a tarde da terça, para apagar a azeitona,digo, a noite de sábado da minha tão inocente cabeça.
Umas voltas foram o suficiente para os meus olhos notarem alguém que valesse testar a possibilidade da queda de dois raios em um mesmo local. Uma leve aproximação e notei que já conhecia aquele que minutos depois, me faria esquecer o trauma.
Partimos. O local teria que ser o mesmo. O mesmo quarto seria o ideal, mas assim, o exagero seria injustificável
Já na cama, lembrei do que muitos de vocês,leitores, já compartilharam aqui: Melhor um cafuçu que funciona e sabe realizar o trabalho, do que um belo corpo sem utilidade alguma.
Quando dei por mim, ele já estava pelado e realizando pedidos. Eu tinha ali, à minha disposição, não uma azeitona e sim, uma oliveira.
Pensei em ligar pro boy do sábado e oferecer-lhe um pouquinho do material do boyzinho normal e sem estrelismo. Eu estava ali pra aproveitar. Ele simplesmente pirou. Não sei o que eu fiz de especial(aloka).
Pedidos,ordens e diante de mim, o desafio. Era muita coisa pra uma pessoa só. Pensei em recuar, mas lembrei-me da vontade que passei quando do encontro com o senhor moleza do sábado.
Depois de certa insistência, tudo se encaixou. "Jefferson" demonstrava gosto pelo que fazia. Senti seu corpo estremecer e fui alertado que gozaria. Isso não foi problema. Lá estava, lá continuou. O menino trabalhava incansavelmente, com prazer me fez lembrar que não podia atrapalhar a rotina do hotel e que é preciso sair de lá, com cara de que nada fez.
Era uma vez, um homem azeitona.